Bibliografia

Na listagem abaixo está indicada apenas a bibliografia de referência consultada para a informação disponibilizada em cada um dos grupos de espécies e habitats.

  • Anfíbios

    Ainda sem informação.

  • Aves

    Cabral, M. J. (coord.), Almeida, J., Almeida, P. R., Dellinger, T., Ferrand de Almeida, N., Oliveira, M. E., Palmeirim, J. M., Queiroz, A. I., Rogado, L. & Santos-Reis, M. (eds.) 2006. Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. 2ª ed. Instituto da Conservação da Natureza. Assírio & Alvim. Lisboa

     

    Catry, P., Costa, H., Elias, G. & Matias, R. 2010. Aves de Portugal. Ornitologia do território continental. Assírio & Alvim. Lisboa

     

    Equipa Atlas. 2008. Atlas das Aves Nidificantes em Portugal (1999-2005). Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Parque Natural da Madeira e Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Assírio & Alvim. Lisboa

  • Borboletas

     

    Maravalhas, E. (ed.). 2003. As Borboletas de Portugal. Edição Vento Norte, Porto. 456 pp

     

    Miralto, Maria Otília 2003. A monitorização das Borboletas in Maravalhas, E. (Ed.).2003. As Borboletas de Portugal. Porto.

     

    Van Swaay, C.; Cuttelod, A.; Collins, S.; Maes, D.; Lopez Munguira, M.; Šašić, M.; Settele, J.; Verovnik, R.; Verstrael, T.; Warren, M.; Wiemers, M. and Wynhof, I. 2010. European Red List of Butterfies. Luxembourg: Publications Office of the European Union. Published by IUCN (International Union for Conservation of Nature) and Butterfly Conservation Europe.

  • Cogumelos

    Ainda sem informação.

  • Espécies Cinegéticas

    Alves PC, Gonçalves H, Santos M, Rocha A (2002) Reproductive biology of the Iberian hare, Lepus granatensis, in Portugal. Mammalian Biology: 358-371.

     

    Borralho R, Rego F, Vaz Pinto P (1997) Demographic trends of Red-legged Partridges (Alectoris rufa) in southern Portugal after implementation of management actions. Gibier Faune Sauvage 14: 585-599.

     

    Cabrera A (1914) Fauna Ibérica. Mamíferos: Género Cervus. Museo Nacional de Ciencias Naturales, Madrid.

     

    Carneiro M, Baird SJE, Afonso S, Ramirez E, Tarroso P, Teotónio H, Villafuerte R,  Nachman MW, Ferrand N (2013) Steep clines within a highly permeable genome across a hybrid zone between two subspecies of the European rabbit. Molecular Ecology 22: 2511–2525.

     

    Carranza J (1991) Caza mayor. Características de las especies y dinámica de las poblaciones: ciervo. In: Zamora AF, Maya, LP, Rubio IS (coord.) Manual de Ordenación y Gestión Cinegética, IFEBA, Badajoz, pp 69-84.

     

    Delgado R, Fernández-Llario P, Beja-Pereira A, Santos P (2008) - Paternity assessment in free ranging wild boar (Sus scrofa) - Are littermates full-sibs? Mammalian Biology 73:169-176.

     

    Delibes-Mateos M, Redpath SM, Angulo E, Ferreras P, Villafuerte F (2007) Rabbits as a keystone species in southern Europe. Biological Conservation 137: 149-156.

     

    Equipa Atlas (2008) - Atlas das aves nidificantes em Portugal (1999-2005). Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Parque Natural da Madeira e Secretaria Regional do Ambiente e do Mar/Assírio e Alvim, Lisboa.

     

    Fernández-García JL, Carranza J, Martínez JG, Randi E (2014) Mitochondrial D-loop phylogeny signals two native Iberian red deer (Cervus elaphus) Lineages genetically different to Western and Eastern European red deer and infers human-mediated translocations. Biodiversity and Conservation 23:537-554.

     

    Fonseca , Santos P, Monzón A, Bento P, Alves da Silva A, Alves J, Silvério A, Soares AMVM, Petrucci-Fonseca F (2004) Reproduction of the wild boar (Sus scrofa Linnaeus, 1758) populations in Portugal. Galemys 16:53-65.

     

    Godinho S, Mestre F, Ferreira JP, Machado R, Santos P (2013) Effectiveness of habitat management in the recovery of low-density populations of wild rabbit. European Journal of Wildlife Research 59:847-858

     

    Gonçalves H, Alves PC, Rocha A (2002) Seasonal variation in the reproductive activity of the wild rabbits in a Mediterranean ecosystem. Wildlife Research 29:165-173

     

    Hoffmann RS, Smith AT (2005) Order Lagomorpha. In: Wilson DE, Reeder DM (eds) Mammal Species of the World. Johns Hopkins University Press, Baltimore, Maryland, USA, pp 185-211.

     

    Paixão R, Godinho S, Santos P (2009) Is the Nature 2000 Network associated with small-game bag results? European Journal of Wildlife Research 55:553-559.

     

    Queiroz Al (coord), Alves PC, Barroso I, Beja P, Fernandes M, Freitas L, Mathias ML, Mira A, Palmeirim JM, Prieto R, Rainho A, Rodrigues L, Santos-Reis M, Sequeira M (2005) Oryctolagus cuniculus. In: Cabral MJ, Almeida J, Almeida PR, Delinger T, Ferrand de Almeida N, Oliveira ME, Palmeirim JM, Queiroz Al, Rogado L, Santos-Reis M (eds) Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Instituto da Conservação da Natureza, Lisboa, pp 479-480

     

    Ribeiro PF, Santos JL, Bugalho MN, Santana J, Reino L, Beja P, Moreira F (2014) Modelling farming system dynamics in High Nature Value Farmland under policy change. Agriculture, Ecosystems and Environment 183: 138-144.

     

    Santos P, Mexia-de-Almeida L, Petrucci-Fonseca F (2004) - Habitat selection by wild boar (Sus scrofa L.) in Alentejo (Portugal). Galemys 16:167-184.

     

    Santos P, Fernández-Llario P, Fonseca C, Capapé A, Bento P, Soares AMVM, Mateos-Quesada P, Petrucci-Fonseca F (2006) Habitat and reproductive phenology of wild boar (Sus scrofa) in the western Iberian Peninsula. European Journal of Wildlife Research 52:207-212.

     

    Vargas JM, Guerrero JC, Farfán MA, Barbosa AM, Real R (2006) Land use and environmental factors affecting red-legged partridge (Alectoris rufa) hunting yield in southern Spain. European Journal of Wildlife Research 52: 188-195.

  • Líquenes

    Arágon G. (2010) Guía para Identificar Macrolíquenes Epífitos en el Centro de España. PDF disponível em

          http://www.escet.urjc.es/biodiversos/espa/personal/goyo/Guia_macroliquenes_epifitos_con_fotos.pdf

     

    Barreno E, Pérez-Ortega S. (2003). Líquenes de la Reserva Natural Integral de Muniellos, Asturias. Serie naturaleza, Cuadernos de medio ambiente, 522 pp. Ed. Consejería de Medio Ambiente, Ordenación del Territorio e Infraestructuras del Principado de Asturias y KRK Ediciones. Oviedo. 

     

    Carvalho, P (2009): O género Collema F. H. Wigg. na Península Ibérica. Tese de doutoramento em Biologia (Ecologia). Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências.

     

    Divakar PK, Molina MC, Lumbsch HT, Crespo A (2005): Parmelia barrenoae, a new lichen species related to Parmelia sulcata (Parmeliaceae) based on molecular and morphological data. The Lichenologist 37(1): 37–46 (2005).

     

    Hodkinson BP, Lendemer JC, Esslinger TL (2010). Parmelia barrenoae, a macrolichen new to North America and Africa. North American Fungi 5(3): 1-5.

     

    PEDREÑO JG, MORENO PP, EGEA JM (1987): Revision de los generos Hyperphyscia, Phaeophyscia, Physcia y Physconia en el sur de España. Acta Botánica Malacitana, 12: 45-58

     

    Uma mina de biodiversidade, disponível em http://www.biodiversidade-somincor.pt/

     

    Marine, maritime and oceanic lichens, disponível em http://www.lichensmaritimes.org/index.php?task=fiche&lichen=325&lang=en 

     

    LIAS light – A Database for Rapid Identification of Lichens, disponível em http://liaslight.lias.net/

     

    ITALIC: The Information System on Italian Lichens disponível em http://dbiodbs.univ.trieste.it/italic/italic03

     

    Index Fungorum, disponível em http://www.indexfungorum.org/names/names.asp

     

    Irish Lichens, disponível em http://www.irishlichens.ie/

     

    Consortium of North American Lichen Herbaria, disponível em http://lichenportal.org/portal/

  • Mamíferos

    Ainda sem informação.

  • Peixes

    Cabral MJ (coord.), Almeida J, Almeida PR, Dellinger T, Ferrand de Almeida N, Oliveira ME, Palmeirim JM, Queiroz AI, Rogado L, Santos-Reis M (eds.) (2006) Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. 2ªed. Instituto da Conservação da Natureza/Assírio & Alvim. Lisboa.

     

    Doadrio I (2001) Atlas e Libro Rojo de los Peces Continentales de España. Dirección General de Conservación de la Naturaleza. Museo Nacional de Ciências Naturales. Madrid.

     

    ICN (2006) Rede Natura 2000: Peixes dulciaquícolas de interesse comunitário. Instituto da Conservação da Natureza. Lisboa

  • Plantas

    Castroviejo S (Coord. gen.). (1986-2012) Flora Iberica. Vol. 1-8, 10-15, 17-18, 21. Real Jardín Botánico, CSIC, Madrid. 

     

    Decreto-Lei Nº 140/1999 de 24 de Abril. Diário da Republica nº 96/99 – I Série-A. Ministério do Ambiente, Lisboa.

     

    Decreto-Lei n.º 169/2001 de 25 de Maio. Diário da República nº 121/01 – I Série-A. Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Lisboa.

     

    Decreto-Lei n.º 49/2005 de 24 de Fevereiro (Anexo B-V). Diário da República nº 39/05 – I Série-A. Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, Lisboa.

     

    Directiva 92/43/CEE do Conselho de 21 de Maio de 1992. (Anexo V). Jornal Oficial das Comunidades Europeias. N.º L 206/7 de 22 de Julho de 1992.

     

    Félix AB (2013) Trinta árvores em discurso directo. Sextante Ed., Porto.

     

    Fernandes MF, Carvalho LM (2003) Portugal botânico de A a Z. Plantas portuguesas e exóticas. LIDEL-edições técnicas, Lda. Lisboa.

     

    Franco JA (1971, 1984) Nova Flora de Portugal (Continente e Açores). Vol. I e II, Lisboa.

     

    Franco JA, Rocha Afonso M (1994, 1998, 2003) Nova Flora de Portugal (Continente e Açores). Vol. III (I, II e III). Escolar Editora, Lisboa.

     

    Gonzalez GL (1982) La Guia de Incafo de los Arboles y Arbustos de la Peninsula Iberica. Incafo S.A., Madrid.

     

    Pereira Coutinho AX (1974) Flora de Portugal (Plantas vasculares). 21ª Ed. Bertrand, Lisboa.

     

    Marchante E, Freitas H, Marchante H (2008) Guia prático para a identificação de plantas invasoras de Portugal continental. Imprensa da Universidade de Coimbra, Coimbra.

     

    Moreira J M (2008) Árvores e arbustos em Portugal. Argumentum, Lisboa.

     

    Regulamento CEE/2384/85 da Comissão de 30 de Julho de 1985 que altera o Regulamento CEE/3626/82 do Conselho relativo à aplicação na Comunidade da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e de Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (JO L 231, 29. 8. 1985, p. 1). Consultado em http://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/PDF/?uri=OJ:L:1985:231:FULL&from=PT.

     

    Salgueiro J (2004) Ervas, usos e saberes. Plantas medicinais do Alentejo e outros produtos naturais. Edições Colibri/Marca-ADL, Lisboa.

     

    Sequeira M, Espírito-Santo D, Aguiar C, Capelo J, Honrado J (Coord.) (2010). Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira). Associação Lusitana de Fitossociologia (ALFA).  

     

    Tutin TG et al (1964-1980) Flora Europaea. Vol. I-V. Cambridge Univ. Press, Cambridge.

     

    Valdés B, Talavera S, Fernandez-Galiano E (1987) Flora Vascular de Andalucía Occidental. Vol. I-III, Barcelona.

     

     

    Flora-On: Flora de Portugal Interactiva. (2014). Sociedade Portuguesa de Botânica. www.flora-on.pt.

     

    Araújo PV, Carvalho MP. Dias com árvores. http://dias-com-arvores.blogspot.pt/

     

    Francisco Clamote. O Botânico Aprendiz na Terra dos Espantos. http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.pt/

  • Répteis

    Ainda sem informação.